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Chevrolet Cruze é o hatch médio mais querido pelo público, segundo enquete
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A enquete realizada por UOL Carros e encerrada nesta sexta-feira (16) mostra que o Chevrolet Cruze é o hatch médio mais querido pelo público.

Com 35.642 votos no total, a vitória foi apertada: 27% para o modelo da GM contra 26% do Fiat Bravo, o segundo (detalhe: em vendas, a diferença entre os dois é bem maior…). O Ford Focus foi o terceiro colocado, com 15% dos votos. Confira o resultado final abaixo ou clicando aqui.

Agradecemos novamente a participação de vocês. Aguardem pela próxima votação!

 


Novo VW Golf ficou mais equipado e conservador. Você gostou?
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A Volkswagen mostrou na última terça-feira (4) a nova geração do hatch médio Golf, seu carro mais icônico em produção. UOL Carros mostrou os detalhes do modelo com um super-álbum de fotos: 50 imagens! Você também pode ver detalhes da pré-estreia feita num museu de Berlim (Alemanha) no vídeo abaixo, da Zoomin TV:

[uolmais type="video" ]http://mais.uol.com.br/view/13268726[/uolmais]
A marca diz que o carro está melhor, maior, mais completo e eficiente. Diz que o modelo irá ajudá-la a superar Toyota e GM, a grande obsessão da marca até 2018. Afirma que todos vão falar da versão com motor 1.4 turbo, com 140 cavalos, start/stop, desligamento de cilindros e equipamentos para encarar até carro premium (será?). Mas gostou de dizer, também, que a versão mais barata (1.2 TSI, 85 cavalos, sete airbags, bloqueio de diferencial dianteiro e muito mais) vai custar menos que o Golf atual, cerca de R$ 43.500 (16.975 euros) — lembrando que pagamos pouco mais de R$ 53 mil pelo Golf 4,5 aqui no Brasil.

Sabe-se que o modelo vai ser anunciado em 33 mercados, mas uma vinda ao Brasil, que acabaria com (agora) duas gerações e meia de atraso, ainda é incerta.

UOL Carros, que verá o modelo de perto no Salão de Paris, no final de setembro (quando o novo Golf será lançado de fato), achou o carro visualmente conservador, apesar da miríade de equipamentos. A identidade retilínea da VW atual, pregada pelo designer Walter de Silva e seus comandados, deixou o Golf pouco interessante. Deu até para lembrar do novo Gol e sua frente “quadradinha”!

Em 50 fotos, detalhes do novo Golf

Veja Álbum de fotos

Mas vamos ao que interessa. O que você, leitor e consumidor de automóveis, achou do visual do modelo? Assista ao vídeo acima, veja as imagens do álbum de fotos e dê sua opinião no campo de comentários.

P.S.: atendendo a pedidos, pode dizer também se acha que o Golf 7 tem chances de chegar ao Brasil ou se ficaremos como estamos.


E o VW Golf 7, sai ou não sai?
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O dia é 4 de setembro. Anote na agenda: será a próxima terça-feira. Ou não anote, tanto faz. Não se trata de uma data marcada para celebração de qualquer ritual religioso, eleições, muito menos de algum jogo da Seleção (que só entra em campo no dia 7). Este é o dia reservado para a revelação da nova geração, a sétima, do hatch médio Volkswagen Golf.

[uolmais type="video" ]http://mais.uol.com.br/view/13250050[/uolmais]
O fato é que este dia é esperado por alguns com muito ardor desde 3 de outubro de 2008, data em que o mundo conheceu a sexta geração do Golf durante a coletiva da Volks no Salão do Automóvel de Paris daquele ano (esqueceu? Relembre!). Os mais espertos vão perceber algo de errado: uma nova geração apenas quatro anos após a anterior? Pois é!

Fotos: Divulgação e Autocar.co.uk

Acima, a versão mais esportiva da sexta geração do Golf.
No detalhe, nosso Golf 4,5. E abaixo uma das projeções do 7
 

Como já dissemos, e aqui mesmo neste blog, o Golf 6 inaugurou a atual identidade da Volkswagen (grade afilada, faróis horizontais… e você sabe o que mais), mas não empolgou o mundo. Daí sua morte anunciada antes dos oito anos habituais. Daí tanta expectativa pelo Golf 7.

De lá para cá, milhares (milhões?) de flagras de carrocerias camufladas foram feitos. Várias (bilhões de?) projeções montadas. Dados fictícios e/ou surrupiados foram apresentados. Até mesmo uma projeção “latina”, que poderia indicar a chegada do carro no Brasil — logo aqui, onde ainda convivemos com o Golf 4,5 (esse 0,5 chega a ter ares de ironia na atual conjuntura) — veio à tona neste intervalo de tempo (releia o que achamos do desenho aqui). Intervalo? A projeção do Golf 7 “cucaracha” tem quase um ano de vida. E nada do carro de verdade.

Foto: Automotor Portugal

O Golf 7 em seu enésimo flagra

Mas, nesta sexta-feira, novo fôlego para os ansiosos: o site da revista “Car and Driver”, parceira de UOL Carros, mostrou duas fotos supostamente “oficiais” de algo que pode ser o interior do novo Golf, com direito a dedão no volante (que aliás parece muito a peça do espanhol Seat Leon, mas com o emblema “VW” no lugar do “S” estilizado) e tudo. Veja aqui.

Dias antes, surgiu na internet, em fóruns e afins, outro suposto conteúdo oficial vazado ninguém sabe como — desta vez um vídeo, que abre este post, retirado de parte da apresentação do novo modelo. Não há imagens do carro em si, que só aparece coberto e ainda assim em imagem estática (apenas o contorno de LED dos faróis é visível), mas os detalhes técnicos do carro e da inovadora plataforma MQB, multiuso e que serve e servirá a uma infinidade de lançamentos da marca alemã ao redor do mundo, são revelados.

Estaria tudo lá: carroceria mais leve (100 quilos a menos) e resistente, mais espaço para ocupantes e malas, eletrônica para ler placas, para acelerar e frear por conta,  para avisar de veículos no ponto cego, para aumentar a firmeza da direção, para bloquear o diferencial dianteiro… nova família de motores gerando de 60 a 150 cavalos para os blocos a gasolina e até 190 cv nos propulsores a diesel. Será mesmo?

Mas e o carro? A esta altura, a real face do carro é um mero detalhe.


Golf, ou ‘Gorf’: uma polêmica
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CLAUDIO DE SOUZA
Editor de UOL Carros

Os lançamentos automotivos são um momento agradável do nosso trabalho. Nos eventos, que geralmente incluem um almoço ou um jantar ou uma situação qualquer em que é possível bater papo com os coleguinhas de imprensa, conversamos sobre vários assuntos — carros, carros, carros e carros, principalmente…

Nessas ocasiões, uma discussão que volta e meia aparece é sobre o melhor carro em cada segmento. Soa como uma chatice, eu sei, mas é mais ou menos a mesma coisa que discutir PT versus PSDB em véspera de eleição ou Palmeiras versus Corinthians em véspera de final. E, para nós, carros são assunto todo santo dia. Não tem “véspera”: é sempre.

Quando a disputa é sobre hatches médios, dois modelos são frequentemente citados como os melhores do mercado: Ford Focus e Volkswagen Golf, não necessariamente em ordem de popularidade. O debate é sempre acalorado, garanto a vocês.

Divulgação

Golf, na versão Sportline: junto com o Polo na missão de fazer cara de mau pela Volks

Pois na semana passada pude me reencontrar com um Golf, que eu não guiava já havia um tempinho. Era um Sportline 1.6, que hoje custa cerca de R$ 55.240.

Da experiência com o carro ficou a ideia de listar aqui no blog as cinco maiores críticas que são geralmente feitas ao Golf, tanto pelos especialistas quanto pelo público em geral. Depois, de minha parte, vêm as respostas a essas críticas e, de quebra, cinco elogios. Vamos lá?

ABAIXO O GOLF!

1) O carro está duas gerações atrasado em relação à Europa: o que temos aqui é o Golf 4 reestilizado (Golf 4,5 para alguns), enquanto no Velho Continente roda o 6, com o 7 a caminho.

Está sim, mas e daí? Tanto o Golf 5 (frente do Jetta 2010) quanto o 6 (frente igual à da atual Jetta Variant) são menos carismáticos que o nosso 4,5… A traseira do nosso Golf, por sinal, é MUITO mais bonita. OK, as gerações também diferem na tecnologia. Mas a maioria dos carros globais vendidos no Brasil está defasada em relação aos de fora.

2) O nível de equipamentos fica muito aquém do preço — por exemplo, não há sistema de navegação, e o famoso volante do Passat CC, opcional no Gol e no Fox, não serve no Golf.

Verdade, desde que você queira ter um navegador e/ou um volante igual ao do Passat CC — e pagando mais por isso…

3) Você paga preço de Golf e leva o mesmo powertrain do Gol: ambos são 1.6 com 103 cv (etanol) — só que o Gol pesa 255 kg menos (e é R$ 17 mil mais barato).

Verdade, mas o fato é que o Golf é muito valente com o motor 1.6 — tanto que quem dirige Gol e Polo não sente perde alguma quando sai com ele. E outra coisa: a caixa de câmbio MQ200, de longe a melhor do Brasil, trabalha em rara harmonia com esse propulsor.

4) O Golf virou “carro de boy” ou de “mano”, dependendo do ano e do modelo.

E o Honda Civic, é o quê?

5)  O preço do seguro do Golf é absurdamente alto e a desvalorização também é grande.

Não é bem assim. O seguro, de modo geral, corresponde a 4% do valor atual do veículo, variando para mais ou para menos devido a fatores como idade do motorista, onde o carro dorme e, claro, a “roubabilidade” do modelo. Compradores com perfil “tranquilo” (ou seja, não-boys) e que usam a mesma companhia e a mesma corretora por longo tempo sempre conseguem bons preços. Boys, provavelmente não. Quanto à desvalorização, fica em torno de 15% no primeiro ano. A do Focus 1.6 é de 17%. A do Chevrolet Astra, 16,4%. Esses dados são da tabela da revista Quatro Rodas.

Agora, os meus elogios. São cinco, também:

VIVA O GOLF!

1) Depois que a Volkswagen resolveu deixar todos os seus carros iguais quando vistos de frente, somente Polo e Golf — os vendidos aqui — mantiveram personalidade própria e agressividade no visual.

2) Já insinuei acima, mas repito: não existe no mercado brasileiro um casamento mais perfeito entre motor e câmbio manual que esse do VHT 1.6 com o MQ 200. Isso vale se você dirige na boa e também se gosta de emoção.

3) O acabamento interno desse Golf Sportline que experimentamos é muito, mas MUITO superior ao de todos os concorrentes, incluídos aí Hyundai i30, Focus e até o novíssimo Fiat Bravo. Para achar coisa melhor em carros do mesmo tamanho, só olhando bem para cima — para um Audi A3 ou um BMW Série 1.

4) Lembra do item 4 das críticas? Pois é: de vez em quando é bom parecer-se com o que não se é, certo? E dá um orgulho verde-amarelo saber que o valor de revenda do seu carro garantido pelo enriquecimento das classes C e D!

5) Outro dia deixei o Golf num estacionamento. O funcionário me deu o tíquete, que eu pus no bolso sem olhar. Mais tarde, fui conferir o horário marcado nele, e notei que o sujeito havia escrito GORF em vez de Golf. Eu tinha acordado meio deprê, mas ri tanto com essa mancada que meu dia melhorou 100%.

Tá bem, os itens 4 e 5 foram meio forçados. Mas que fique registrado: quando a discussão é sobre hatches médios, eu ainda opto pela tradição — e apoio o Golf.