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Veja equipamentos que podem ser mais caros que o seu carro
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O tema já vinha se arrastando pela redação de UOL Carros. O Aston Martin Vantage V8 Roadster, avaliado no último mês de agosto, foi o marco deste post: a chave do carro (não só dele, mas de qualquer outro modelo da marca) pode custar cerca de R$ 30 mil.

Isso nos fez lembrar da rodas cromadas do Ford Edge, que não saem por menos de R$ 8 mil, e do sistema de som Bang & Olufsen do Audi A8, que custa aproximadamente R$ 50 mil.

Saiba quanto custam alguns equipamentos

Veja Álbum de fotos

Aqui, cabe um atenuante à Audi: apesar de careira, a marca divulga a lista de preços completa de todos os opcionais de sua gama — Mercedes e BMW, por exemplo, não revelam e não fazem tanta questão disso…

Banco, farol, TV, frigobar, GPS. O álbum que acompanha este post mostra série de equipamentos que, vamos dizer, têm preço além do normal. Mas, convenhamos, os valores do chamado mercado premium são elevados principalmente porque existe um público disposto a pagar pelo que acha ser exclusivo.

A lista não é definitiva e cada acessório com preço exorbitante que aparecer será aplicado ao álbum. E você, o que achou? Comente no campo apropriado.


A dúvida do milionário: dar a volta ao mundo ou comprar uma Ferrari?
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Você e um amigo passam em frente a uma loja de carros que expõe uma Ferrari California, vermelha e sedutora. A paixão é imediata, mas enquanto um dos dois nem hesitaria em gastar R$ 1 milhão para levar essa macchina para casa, o outro acha mais bacana torrar esse dinheiro viajando pelo mundo.

Esse é o mote de mais uma ficção automotiva da produtora Búfalos TV — a sétima desde a estreia, sempre em parceria com UOL Carros.

 

Guilber Hidaka e Gerson Campos, dublês de jornalistas e donos da Búfalos (onde escrevem, dirigem e atuam), desenvolvem esse argumento de forma bem-humorada, intercalando imagens de uma Ferrari (real) com outras de viagens de Hidaka (também reais, algumas em coberturas de eventos automotivos). Tudo muito chique, até que ambos voltam à dureza do cotidiano.

Vale observar que uma California como a do vídeo custa, zero-quilômetro, cerca de R$ 1.350.000, e que obviamente o preço de uma “volta ao mundo” pode variar. Enfim, divirta-se com mais essa “superprodução” da Búfalos TV!


Um olhos nos carros, outro na pista
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EUGÊNIO AUGUSTO BRITO
Da Redação

Embora automobilismo não seja o assunto principal aqui em UOL Carros (o que não quer dizer que não gostemos, e muito), é vital registrar a integração entre o Salão do Automóvel de São Paulo, em seu último dia, e o GP do Brasil de Fórmula 1, disputado no Autódromo de Interlagos.

O “efeito F-1″ sobre o salão é visível: quem veio neste domingo ao Anhembi encontrou o Pavilhão de exposições menos cheio do que era de esperar nesta última semana e, principalmente, nestas últimas horas de evento (o salão fecha suas portas às 17h e encerra suas atividades às 19h).

Fotos: Eugênio Augusto Brito/UOL


No estande da Fiat, um telão faz as atenções se dividirem entre o Anhembi e Interlagos
,
enquanto na Ferrari pouca gente deu bola para o que se passava no GP do Brasil (abaixo)

Ainda assim, muita gente aproveitou a última chance de ver as novidades da indústria automotiva brasileira e mundial. Sem deixar, claro, de manter um olho atento à decisão do campeonato de Fórmula 1 e de estampar em camisas, bonés e acessórios sua torcida.

Alguns estandes ainda deram uma forcinha ao torcedor: Fiat, Ford, Citroën, Renault, Peugeot e, óbvio, Ferrari converteram seus telões em grandes aparelhos de televisão e transmitiram a corrida. A Renault contava ainda com o atrativo de ter uma réplica de um carro oficial, no caso, do polonês Roberto Kubica.

Acima, o espaço “criativamente tecnológico” da Citroën antenado em Interlagos.
Abaixo, uma réplica de carro da equipe Renault de F-1 dividia espaço e olhares com um telão

Apesar disso, ao menos na Ferrari, pouca gente ligou para a imagem da pista, preferindo (tentar) fazer um registro do cupê 599 GTO e de outros modelos expostos… parece ter previsto o resultado: ao final de 71 voltas em Interlagos, nada de festa para o piloto ferrarista Fernando Alonso, que podia levar o título hoje, mas chegou na terceira posição, atrás da dupla da Red Bull Mark Webber (segundo colocado) e Sebastian Vettel (o vencedor), e viu o sonho do tricampeonato adiado (saiba mais aqui).

A disputa do título de campeão da temporada 2010 ficará para a última corrida, em Abu Dhabi, na próxima semana. Já o Salão do Automóvel termina hoje e, agora, o momento é de correr para ficar pertinho dos carros de passeio.


Salão ‘capitalista’ tem lembranças pequenas com preço grande
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UOL Carros

RODRIGO LARA
Colaboração para UOL Carros

Você acha que visitar o Salão do Automóvel não é o suficiente e importante mesmo é levar uma recordação do evento? A boa notícia é que você não é o único. A má notícia é que, justamente por isso, diversos suvenires à venda já estão esgotados e você terá de preparar o bolso para levar algum dos que sobraram.

“A procura por lembranças está grande. Aqui, superamos nossas expectativas e já temos que encomendar novos itens que estão em falta, como chaveiros e mochilas”, conta Luiz Carlos Kruger, responsável pelo estande que vende itens oficiais do salão. Os mais vendidos são as camisetas, que saem por R$ 35 (para crianças) e R$ 65 (para adultos).

Fotos: Rodrigo Lara/UOL

Camiseta oficial dos “50 anos do salão” está entre itens mais vendidos

Ainda há variedade de lembranças disponíveis nas lojas de marcas, indo dos tradicionais bonés e camisetas até itens mais “exóticos”, como por exemplo um faqueiro para churrasco (R$ 210) e uma lanterna de alumínio (R$ 30) encontrados na lojinha da Land Rover — a justificativa vem do apelo aventureiro da marca.


Vai emendar Salão do Automóvel e GP de Fórmula 1 e quer uma jaqueta? Prepare o bolso!

Outros fabricantes também têm produtos licenciados em seus estandes. Os preços variam bastante, podendo custar de R$ 15 (mini-canivete da Mitsubishi) até estratosféricos R$ 800 (jaqueta de equipes de Fórmula 1)  ou R$ 942 (mini-geladeira  na lojinha da Mini). Mesmo marcas mais ‘populares’, como a Fiat, possuem lojas bastante completas.

Mas a vencedora na disputa de quem vende lembrancinha mais cara é a Ferrari: um chaveiro da marca sai por R$ 60, mesmo preço de uma caneca decorada com o cavalinho rampante, símbolo da fabricante italiana. O item mais caro à venda no local é uma jaqueta repleta de patrocínios provenientes da escuderia de Fórmula 1, que custa R$ 800.


Na foto, R$ 120 em lembrancinhas da loja oficial da Ferrari

Achou tudo muito caro? Nem tudo está perdido. É possível adquirir o catálogo oficial, que traz informações sobre (quase todos) os modelos expostos no salão por R$ 15. Em um cantinho do pavilhão também dá para comprar um DVD com mais de mil fotos tiradas durante o evento. Acaba sendo uma boa pedida para quem foi visitar o salão nesses dias de grande público e não conseguiu chegar perto das principais novidades…


E a campeã de audiência é… a Ferrari, obviamente
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UOL Carros

RODRIGO LARA
Colaboração para UOL Carros

No Salão do Automóvel há atrações para todos os gostos. Quem quer sonhar encontra máquinas capazes de passar da barreira dos 300 km/h e que custam centenas de milhares — por vezes, alguns milhões — de reais. Também existem aqueles que vêm ao evento com os pés no chão, procurando novidades mais palpáveis.

A categoria dos sonhos, entretanto, ganha de goleada quando a questão é atrair a atenção do público. Estandes como o da importadora Platinuss são sucesso de público, exibindo máquinas cobiçadas (pelo menos pelos flashes das máquinas fotográficas) como o sueco Koenigsegg CCXR e o bólido de corrida Pagani Zonda R, o carro mais caro do salão, com preço de R$ 10 milhões.

Outra atração concorrida é a dupla Bugatti Veyron e Bentley Continental, expoentes de luxo e potência. O estande desses carros — exibidos lado a lado — está localizado numa rua estreita do pavilhão do Anhembi,  e a aglomeração de pessoas por vezes impede qualquer circulação na área. A situação lembra a entrada do estacionamento do Anhembi nos finais de semana.

Rodrigo Lara/UOL
Estande da Ferrari (com a Italia em primeiro plano) atrai uma multidão constante no Anhembi

Mesmo com esses concorrentes de peso, o espaço da Ferrari (junto com Maserati) reina absoluto no quesito acúmulo de pessoas. É, sem dúvida, o estande mais concorrido no Anhembi. Durante a tarde de sábado, a espera para ao menos vislumbrar um pedaço da lataria vermelha da 599 GTO poderia levar alguns minutos. Tirar uma foto boa, então, era missão para pessoas de grande estatura ou braços bem compridos.

A luz do sucesso, contudo, não brilhou para todos. Na categoria “pizza de atum” — aquela que todo mundo sabe que tem no cardápio, mas pouca gente dá bola — destacavam-se neste sábado, soberanos, dois carros: o Celta White, uma versão tunada do pequeno modelo da Chevrolet e que ocupa uma parte escondida do estande da GM, e um Fiat Mille normal, que também fica oculto num canto do espaço da Fiat.


Bugatti Veyron faz todo mundo ser pobre
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UOL Carros

EUGÊNIO AUGUSTO BRITO
Da Redação

Tudo bem, você leu sobre o Koenigsegg CCXR e sobre o Lamborghini Gallardo Superleggera, viu as fotos da Ferrari 599 GTO e morreu de inveja de quem tem carteira (e garagem) grande o suficiente para desfilar com um? Pois saiba que ao menos um carro de rua exposto no Salão do Automóvel deixa todo mundo igualmente pobre: Bugatti Veyron Grand Sport.

E que tal pagar 1,5 milhão de euros, sem incluir as taxas e adicionais de personalização? (E fica o aviso: praticamente tudo no bólido é personalizável). O valor em reais com taxas e impostos poderia chegar a cerca de R$ 8 milhões.

Eugênio Augusto Brito/UOL
Acima, os 4,46 m do Bugatti Veyron Grand Sport. Ou quase R$ 18 mil por centímetro de carro

Ok, você também viu aqui em UOL Carros que o Pagani Zonda R custa 1,7 milhão de euros (lá na Europa, sem poder desembarcar por aqui) ou R$ 10 milhões se viesse ao Brasil pelas mãos do importador exclusivo. Mas aquele é um carro de corrida, proibido de desfilar na rua (o dono não poderia mostrá-lo aos amigos de bar), sem qualquer conforto e com o visual já determinado (o comprador não poderia mudar uma linha do pesponto do revestimento).

Quanto ao Veyron, tudo é customizável se você puder pagar: enquanto me informava sobre o carro, John Hill, diretor de vendas para as Américas, contou que se eu quisesse encomendar uma unidade (hipotéticamente, claro) poderia pedir a cor do interior em qualquer um dos tons de azul que formavam as listras de minha camisa. Sim, muitos dos poucos compradores desse Bugatti ao redor do mundo combinam a cor do carro ou de seus bancos com o papel de parede da sala, a cor dos olhos da mulher, a tonalidade da grama do jardim do vizinho… até 99 combinações podem ser utilizadas para produzir a coloração ideal.

Ideal também, no caso do Grand Sport, é o titânico motor de 8 litros a gasolina com seus 16 cilindros em W capaz de produzir absurdos 1.001 cavalos de potência e mastodônticos 127,5 kgfm de torque, suficientes para levar todos os 1.968 kg do conjunto aos 431 km/h, não fosse barrado pelo limitador aos 407 km/h (dizem as más línguas que é para manter o motor com todos os pistões no lugar, mas a explicação oficial fala em cuidado com os pneus). Sem o teto (o Grand Sport é do tipo targa — conversível com capota removível), o limite cai a 360 km/h e sob chuva, com uma espécie de guarda-chuva gigante sobre os ocupantes, a 160 km/h. Só o consumo de 2,3 km/l já poderia levar muitos à falência (o tanque de combustível comporta 100 l).

Tem plástico nesse carro? “De plástico aqui, só o botão da trava dos cintos de segurança e as lentes dos repetidores de seta dos retrovisores”, garante Hill, levemente desgostoso com a insolência do questionamento, não sem dar o troco na sequência: “Fora isso, temos grades de titânio, portas e teto de carbono, interior estruturado com magnésio e alguns componentes essenciais em alumínio”.

Com tudo isso, qual a expectativa de vendas da marca francesa (que pertence ao grupo Volkswagen) para o Brasil? “Não trabalhamos com números, estamos aqui porque o país no seu atual momento tem um grande potencial de nos dar visibilidade em toda América do Sul. Não acredito que precisemos vender algum”, afirma sem qualquer vacilo o executivo. Nenhumzinho, nem em dois ou três anos? “Não esperamos isso. Pode até ser que ocorra, mas estamos aqui apenas para mostrá-lo e é o que queremos”.

Viu só? Pode espalhar por aí: você não tem um Veyron, mas pelo visto aquele figurão também não terá.


A caixa de Pandora da Ferrari
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UOL Carros

EUGÊNIO AUGUSTO BRITO
Da Redação

O mito grego da adorável e astuta Pandora nos remete à noção de que, sob a aparência de alguém inocente e belo, ou de algo que supostamente reúne todas as maravilhas do mundo, podem estar ocultos problemas e calamidades sem fim. Sua propagada “caixa” era, na verdade, um jarro entregue pelos deuses do Olimpo contendo castigos para o homem, considerado orgulhoso e prepotente.

Esqueça qualquer conotação política e repare na foto abaixo, que reproduz uma cena observada na manhã da última quarta-feira, no Salão do Automóvel, enquanto UOL Carros produzia o belo álbum de fotos da Ferrari 599 GTO:

Eugênio Augusto Brito/UOL

Nesta pequena e singela caixa de papelão, habilmente decorada com desenhos de motivo automotivo, estão seis chaves de automóveis. Havia outras duas pelo menos, mas no momento capturado pela imagem elas estavam em poder de um dos funcionários do estande que Ferrari e Maserati dividem no Anhembi.

Sim, chaves de Ferrari e Maserati. E você, leitor, já deve estar imaginando o que faria se pudesse ter a caixa em seu poder, ainda que por um instante. Para uns, seria a glória de realizar todos os desejos (ou de se tornar, subitamente, desejado). Outros poderiam encontrar o fim a mais de 300 km/h a bordo de uma máquina que não conseguiriam controlar.

Mas o citado funcionário dá um banho de sobriedade e liga, a cada manhã e em pleno salão, carro por carro; acelera docilmente com o câmbio em ponto morto, acende e apaga painéis e luzes, desliga tudo e limpa minuciosamente cada carro. Tudo antes do público, ávido, chegar. E, se por acaso você vir a tal caixa dando sopa ali no estande, melhor manter distância.


Os trabalhadores do Salão do Automóvel
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UOL Carros

EUGÊNIO AUGUSTO BRITO
Da Redação

Quarta-feira, 27 de outubro, começo da manhã. A imprensa especializada e todos os profissionais envolvidos na organização do Salão de São Paulo entram no terceiro dia do evento. Mas, especialmente hoje, tudo tem de estar como se fosse dia de estreia.


À esquerda, na luta, o fotógrafo Murilo Góes; ao fundo, staff da Ferrari-Maserati nos últimos acertos

Até porque é mesmo: por volta do meio-dia será realizada a cerimônia oficial de abertura do 26º Salão do Automóvel. Depois, às 14 horas, será a vez do público, que finalmente terá acesso ao Pavilhão de Exposições do Anhembi e poderá conferir lançamentos, conceitos e sonhos de consumo bem de perto.

Até lá, porém, restam algumas horas e tudo tem de ser revisto, limpo e até consertado, como mostra a foto acima. Pintores usam tinta fosca para evitar que os fios de iluminação dos estandes sejam refletidos no piso brilhante; marceneiros consertam quinas e bordas, destruídas por saltos de sapatos; eletricistas checam o acerto dos pontos de luz. Por todo lado, homens carregam escadas, brocas ainda perfuram e o pessoal da limpeza agita escovas, vassouras e panos freneticamente.

E, claro, a imprensa segue trabalhando para que você saiba de tudo em primeira mão e possa decidir o que e quando conferir. Bom trabalho para nós, boa diversão para você!


Ferrari exibe o 599 GTO, seu bólido mais furioso
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UOL Carros

EUGÊNIO AUGUSTO BRITO
Da Redação

O estande da Ferrari no Salão do Automóvel tem o cupê-conversível California e o cupê 458 Italia, lançado há alguns meses no Brasil. Mas, correndo o risco de ser xingado pelo aficionado ferrarista, é possível dizer: quase ninguém dá bola. O motivo está no centro do estande desde segunda-feira, coberto com uma capa vermelha: Ferrari 599 GTO.

Sob a capa (retirada para a apreciação dos jornalistas) está o mais potente carro de rua da casa de Maranello, cuja sigla final do nome corresponde a Gran Turismo Omologato — embora não tenha a homologação para pista que o nome sugere. Ainda assim, o motor dianteiro V12 conta com fôlego mais do que suficiente para tirar o seu: são 670 cavalos de potência, que empurram o bólido para além da barreira dos 330 km/h. A aceleração de 0 a 100 km/h é cumprida em curtos 3,35 segundos.


O mais potente carro de rua da Ferrari: 599 GTO, capaz de chegar a insanos 330 km/h

Comprido é o tamanho do cheque para colocar uma unidade na garagem: a Ferrari confirmou a UOL Carros os preços de R$ 2,3 milhões a 2,5 milhões, a depender da configuração — sem promoção, sem choro, sem refugo. Quer, tem de pagar isso. Detalhe: o estoque mundial é limitado a 599 unidades, devidamente marcadas.

Não tem tanto dinheiro assim na conta bancária? Então invista R$ 1,5 milhão na 458 Italia.

Com estes modelos e valores, a Ferrari comemora crescimento “muito expressivo” no Brasil em 2010 comparado a 2009, devendo fechar o ano com mais de 45 unidades vendidas de toda a gama, volume puxado por modelos mais “populares” da marca (como o California).

Ainda não estamos no seu patamar? Nossa dica: segure a onda até logo mais, quando UOL Carros publica seu álbum de fotos exclusivas do modelo. Ou pague os R$ 40 do ingresso para o Anhembi e enfrente o batalhão de amantes da marca do cavalinho rampante.

MASERATI
O estande ferrarista também tem em seu espaço — na verdade, em metade dele — os modelos da Maserati, já que ambas as marcas são distribuídas no Brasil pela Via Italia. O destaque fica com o Quattroporte Sports GT S Awards Edition, de motor V8 capaz de gerar 433 cavalos, apoiado em rodas de aro 20 e dotado de pintura exclusiva para esta série.