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Chega de flagras: Citroën lança DS3 no dia 21
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A Citroën finalmente anunciou a data oficial de lançamento do DS3, o menor carro da gama premium da marca. Será nos dias 21 e 22 deste mês, em São Paulo. Para dar um toque de sofisticação ao evento, ele terá como base um hotel de luxo da capital paulista — não diremos qual para evitar tumultos ao estilo “galinhada na Virada”…

Brincadeiras à parte, a fabricante francesa esperou até maio para começar seu ano de 2012, e decidiu fazê-lo com um carro caro, que deve custar bem acima de R$ 80 mil e busca competir com modelos de imagem já estabelecidos no Brasil, como Mini Cooper e mesmo o Fiat 500 mais equipado.

Até esta terça-feira (8), o DS3 foi um dos segredos mais flagrados pelos nossos leitores. A montagem abaixo reúne fotos dos internautas Luiz Pasquini, José Rui, Marcelo Khadour Bernaba Jorge e Ricardo Goulart.


Coletânea de flagras do Citroën DS3: chegou a hora da verdade

Enquanto isso, continuamos esperando a chegada da nova geração do C3 propriamente dito — obviamente, este é o carro capaz de dar volume de vendas à Citroën no Brasil, algo importante para quem, ao lado da irmã siamesa Peugeot, não vive exatamente um momento de glória financeira.

Enfim, discutir a Citroën hoje em dia é repetir as letras DS, DS, DS ad infinitum. Só se fala isso na montadora, que acaba de apresentar o conceito DS9, embrião de ao menos três variações — uma delas, um SUV. Muito bom, mas tanto o novo C3 como o C4 hatch reformado (mais elegante que o nosso) já poderiam estar por aqui há tempos.


Leitor flagra um Citroën DS3, confirmado para o Brasil
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Da Redação

Post atualizado às 11h52 de 15/9

O leitor Felipe Grotz Majerowicz, do Rio de Janeiro, viu um carro diferente e não teve dúvida: disparou sua câmera. O objeto das fotos em questão é o Citroën DS3, compacto que integra a linha premium DS da fabricante francesa, até agora alvo de especulações sobre a sua vinda ao Brasil.


DS3 parou para abastecer e foi flagrado


Detalhes: teto em 2ª cor, escape com dupla saída e 3ª luz de freio enorme no defletor

As fotos corroboram as informações, divulgadas no Salão de Frankfurt, de que a linha DS virá, sim, ao país em 2012. Nas imagens é possível ver que o carro tinha placas verdes, que indicam que o veículo está em homologação para ser comercializado no país. A cidade? Porto Real (RJ), onde fica a fábrica da PSA Peugeot Citroën.


No interior, veículo tem visual moderno

A atual linha DS é composta por três modelos: DS3 (compacto — veja fotos dele aqui), DS4 (médio) e DS5 (grande). Esse último é um híbrido, movido por um motor diesel e outro elétrico. Ainda no Salão de Frankfurt, a marca francesa confirmou dois novos integrantes para a linha: um sedã e um utilitário esportivo. Agora é esperar.

Se você fotografar ou filmar um carro diferente e/ou camuflado, envie as imagens para UOL Carros. A critério da Redação, elas podem ser publicadas, sempre com o devido crédito ao autor. Não há remuneração.

Para enviar, use o e-mail l-uolbr-carros@uolinc.com.


O que há num nome? Às vezes, muito mau gosto
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Da Redação

Não é fácil batizar alguém ou alguma coisa. O casal “grávido” que discute o nome do bebê faz isso por amor, mas quem decide como vai se chamar um novo carro o faz por dinheiro. Então, por que há tantos nomes esquisitos, bobos ou francamente inadequados entre os modelos vendidos no Brasil?

Ressalve-se que há carros que já vêm (mal) batizados do exterior. Mas há muitos que foram projetados para o Brasil, e mesmo assim escorregam no RG. UOL Carros selecionou alguns exemplos, listados por ordem alfabética:

 

Abaixo, explicamos cada um dos casos:

AGILE – O nome do compacto da Chevrolet não é exatamente feio, e teve o mérito de enterrar de vez o TOC da marca (“herdado” da Opel) de sempre terminar seus nomes em “a”. O problema é a falta de acento, que gera a dúvida: é “ágile” ou “agíle”? A equipe de UOL Carros já respondeu umas 5.664 vezes, para amigos e leitores. Uma vez mais: é ÁGILE!

AMAROK – A picape média da Volkswagen poderia muito bem se chamar Conceição: como na velha canção consagrada por Cauby Peixoto, “ninguém sabe, ninguém viu”. E quem garante que o insucesso nas vendas no Brasil não está ligado a esse nome esquisito, de remota origem esquimó, que significa “lobo”?

CERATO – O nome do sedã da Kia significa “unguento de uso tópico, composto basicamente por cera de origem diversa e um ou mais óleos graxos”, ou “cada um dos lobos respiratórios presentes no manto dos moluscos gastrópodes (como a lesma)”, sendo que esse segundo significado nos parece o mais emocionante. Mas legal mesmo é trocar uma letra (“a” pelo “o”) e mudar o significado para “sujidade provocada na pele por falta de higiene”. Ou então colocar um “i” no lugar do “o” e dobrar o “t”. Pronto: o sedã virou mortadela.

CIELO – O carro da Chery teve o nome escolhido por meio de um concurso, já que na China ele é conhecido como A3, nome que — talvez a marca não soubesse — já era usado pela Audi desde 1996. Cielo parece o nome perfeito, já que significa “céu” em italiano e é também o sobrenome de um grande atleta brasileiro. Ocorre que o nadador Cesar Cielo é humano e está sujeito a crises de imagem, como a recente acusação de doping; e logo depois do lançamento do carro no Brasil uma rede unificada de cartões adotou o nome e fez massiva propaganda na TV. Ou seja, o carro da Chery é a última coisa em que se pensa ao ouvir “Cielo”.

FREEMONT – É fato: o primeiro SUV da Fiat (emprestado da Dodge) tem nome de cigarro. Na verdade, de dois: Free e Belmont.

Foto: Divulgação

Quem fumou ou brincou de Stop sabe: há duas marcas de cigarro no nome do SUV da Fiat

HOGGAR – Fraca nas lojas (injustamente, porque é toda certinha), a picape pequena da Peugeot ainda sofre com um nome de sonoridade horrível. O termo refere-se a uma região do deserto do Saara, e aparentemente quer passar a ideia de robustez. O problema é que passa apenas a ideia de feiúra (a propósito, pronuncia-se “ogár”).

IMPREZA – Carro conhecido por vários nomes, como Subaru Imprensa, Subaru Empresa, Subaru Impresa e Subaru Empreza, entre outros. Só não se consegue chamá-lo de Subaru Impreza.

KYRON – E, como se não bastasse, Actyon e Rexton: a gama da SsangYong tem nomes que parecem herdados de obscuros heróis de histórias em quadrinho do século 20. Na verdade, existe uma cidade canadense chamada Rexton, e Kyron é um nome próprio, mas isso nem viria ao caso se os carros fossem minimamente bonitos.

ÓRGÃOS SEXUAIS – Calma! Não existe um carro com esse nome. Mas existem o Kia Picanto e as versões Picasso da Citroën. E, claro, a marca Chana.

Foto: Divulgação

Citroën Xsara Picasso: a minivan é familiar, mas as brincadeiras com seu nome, não

QQ – Nome de carro chinês é sempre complicado. Em seu país de origem, QQ significa “gracioso”. Para o consumidor anglófono, o nome lê-se como “quil quil”, mesma pronúncia de “kill kill” ( “to kill” = matar; kill = mate!) e de “queue queue”, sendo que “queue” significa “fila”, palavra ruim de associar a algo destinado a se mover. No Brasil, a própria Chery usou o nome num trocadilho: “QQ esse carro tem?” Corre o risco de ouvir em resposta: “QQ é isso, Chery!”

REPETE, POR FAVOR? – A Honda, como o Chacrinha, parece ter o prazer de confundir. Tente manter uma conversa telefônica a respeito dos modelos Civic, City e Fit e entenda o porquê dessa afirmação… Pior ainda, no caso dos dois primeiros carros não adianta nem berrar “EU ESTOU FALANDO DO SEDÔ, já que ambos o são. Em menor medida, o mesmo acontece com os Volkswagen Golf e Gol.

SANTA FE, TUCSON, VERACRUZ – Os SUVs da Hyundai também são campeões em erros de grafia, já que o pessoal assume que Santa Fe e Veracruz ficam no Brasil (sendo que a primeira fica no Novo México, Estados Unidos, e a segunda no México) e que esses carros foram inventados e fabricados sob medida e carinhosamente para a classe média verde-amarela. E Tucson, nome de outra cidade dos EUA, não se fala “túqsom”, e sim “tússom”. Se o carro chamasse Miami seria bem mais fácil.


Um olhos nos carros, outro na pista
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EUGÊNIO AUGUSTO BRITO
Da Redação

Embora automobilismo não seja o assunto principal aqui em UOL Carros (o que não quer dizer que não gostemos, e muito), é vital registrar a integração entre o Salão do Automóvel de São Paulo, em seu último dia, e o GP do Brasil de Fórmula 1, disputado no Autódromo de Interlagos.

O “efeito F-1″ sobre o salão é visível: quem veio neste domingo ao Anhembi encontrou o Pavilhão de exposições menos cheio do que era de esperar nesta última semana e, principalmente, nestas últimas horas de evento (o salão fecha suas portas às 17h e encerra suas atividades às 19h).

Fotos: Eugênio Augusto Brito/UOL


No estande da Fiat, um telão faz as atenções se dividirem entre o Anhembi e Interlagos
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enquanto na Ferrari pouca gente deu bola para o que se passava no GP do Brasil (abaixo)

Ainda assim, muita gente aproveitou a última chance de ver as novidades da indústria automotiva brasileira e mundial. Sem deixar, claro, de manter um olho atento à decisão do campeonato de Fórmula 1 e de estampar em camisas, bonés e acessórios sua torcida.

Alguns estandes ainda deram uma forcinha ao torcedor: Fiat, Ford, Citroën, Renault, Peugeot e, óbvio, Ferrari converteram seus telões em grandes aparelhos de televisão e transmitiram a corrida. A Renault contava ainda com o atrativo de ter uma réplica de um carro oficial, no caso, do polonês Roberto Kubica.

Acima, o espaço “criativamente tecnológico” da Citroën antenado em Interlagos.
Abaixo, uma réplica de carro da equipe Renault de F-1 dividia espaço e olhares com um telão

Apesar disso, ao menos na Ferrari, pouca gente ligou para a imagem da pista, preferindo (tentar) fazer um registro do cupê 599 GTO e de outros modelos expostos… parece ter previsto o resultado: ao final de 71 voltas em Interlagos, nada de festa para o piloto ferrarista Fernando Alonso, que podia levar o título hoje, mas chegou na terceira posição, atrás da dupla da Red Bull Mark Webber (segundo colocado) e Sebastian Vettel (o vencedor), e viu o sonho do tricampeonato adiado (saiba mais aqui).

A disputa do título de campeão da temporada 2010 ficará para a última corrida, em Abu Dhabi, na próxima semana. Já o Salão do Automóvel termina hoje e, agora, o momento é de correr para ficar pertinho dos carros de passeio.


Citroën fantasia com mundo mais divertido, mas deve carros
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EUGÊNIO AUGUSTO BRITO
Da Redação

No estande mais “antenado” do Anhembi, a Citroën mostra como é possível fazer um mundo melhor, mais divertido e perfeito, co o propósito de vendas subirem dos atuais 87 mil carros ao ano para 187 mil até 2015.

A chave para isso está na conectividade ampla entre pessoas, seja por meio de redes sociais acessíveis por diversas interfaces no estande (de telas sensíveis ao toque a conexões sem fio com celulares e outros dispositivos), seja por meio de visitas monitoradas que mostram como um AirCross pode ser ecologicamente responsável: o aventureiro conta com até 20 quilos de material “verde” embarcado e um índice de reciclabilidade de 85%.

O espaço “carbon free” (cujo impacto ambiental é neutralizado com replantio certificado de árvores) da marca também é tecnológico: cabines com videogames de última geração estão à disposição dos visitantes, que podem disputar diariamente uma partida do simulador de corrida GranTurismo — o vencedor do período ganha um PlayStation 3. Há ainda espaços infantil e feminino, bem ao estilo da marca.


Enquanto as mocinhas dançam, o Citroën C4 Yin & Yang faz cara de mau e antecipa DS4

Ah, você quer carros? O estande conta com o protótipo GT by Citroën, uma das estrelas do game GranTurismo, e que passou do virtual para o real pela primeira vez no Salão de Frankfurt de 2009. O restante da linha aparece com versões inusitadas: há o C4 Pallas.com, com navegador via internet integrado ao painel e rodas especiais aro 17; o C4 hatch Yin & Yang, com visual esportivo, carroceria e rodas aro 17 na cor preta ou branca e sistema de som especial da marca JBL; e o C3 Noir Edition, com visual fosco “envelopado”, apêndices esportivos, teto solar e bancos de couro com detalhes em laranja.

A Citroën avisa que os modelos acima são “estudos”, sem qualquer previsão de passar para o mundo real. Na prática, porém, fica a certeza de que eles avaliam não a relevância dos atuais C4 e C4 renovados, mas sim da chegada dos novos DS3 e DS4, pródigos na personalização e que devem chegar para preencher um nicho “cult”.

Realidade, neste caso, só a do AirCross, que não é lançamento, embora ainda seja raro nas ruas brasileiras.


Peugeot iOn e Alfa Romeo Giulietta em imagens
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Dois novos álbuns de fotos mostram como o slogan do Salão de Paris 2010 pode ter diferentes ritmos de interpretação. “O futuro, agora” parece ser levado ao pé-da-letra pelas marcas francesas, enquanto italianas parecem querer contemplar mais antes de agir.

Se a Renault promete uma entrega maciça de modelos elétricos (veja mais aqui) para os próximos dois anos (se é blefe ou um plano muito bem armado só o amanhã dirá), Peugeot e Citroën preferem dividir os riscos ao desenvolver um único modelo em conjunto com a japonesa Mitsubishi — i-MiEV no Japão, C-Zéro e iOn na Europa. E é justamente este último o modelo captado pelas lentes do fotógrafo Murilo Góes.


CLIQUE NA IMAGEM e veja o álbum do Peugeot iOn, gêmeo do C-Zéro e do i-MiEV

Após ver as imagens do carrinho, você ainda pode ver e opinar sobre outro carro da Peugeot, o sedã 508, bem maior e com chances reais de chegar ao Brasil.

A outra galeria mostra o Alfa Romeo Giulietta, hatch que faz renascer a esperança da marca em ser novamente competitiva na Europa e, se os planos Fiat-Chrysler permitirem, no mundo. Tanto é assim que a marca fala na possível chegada de novos modelos ao Brasil, mas apenas em alguns anos e desde que a venda seja boa nos Estados Unidos. Enquanto a ideia não amadurece, vale conferir as belas imagens.


CLIQUE NA FOTO e confira o charme do hatch Giulietta

Fotos: Murilo Góes/UOL


Todos os ângulos de Volvo V60, Citroën DS4 e Chevrolet Cruze
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Já estão no ar mais três galeria do fotógrafo Murilo Góes, sempre competente em sua cobertura do Salão de Paris 2010. O destaque da vez é a station wagon Volvo V 60, lançamento da fabricante sueca.


CLIQUE NA FOTO e veja mais da perua V60

Reparou na cor vermelha da carroceria, nas rodas estreladas aro 18 e nos spoilers? São amostras do caráter esportivo (ao menos visualmente) dados pelo pacote R-Design, diferencial também disponível para o sedã S60, do qual a perua deriva. (Quer ver sedã e perua em ação na pista? Clique aqui e seja feliz.)

Diferenciado também é o hatch Citroën DS4, baseado no novo C4 europeu:  trata-se do segundo modelo da gama “superior” da marca francesa (o primeiro é o DS3), desenvolvida para ser “chic” sem perder em vigor e tecnologia.

Há também a versão hatch do Chevrolet Cruze, cujo sedã ainda aguardamos aqui no Brasil, enquanto andamos de Vectra…


CLIQUE NA IMAGEM e veja mais fotos do Citroën DS4


CLIQUE NA FOTO para ver o álbum do Cruze Hatch

Fotos: Murilo Góes/UOL


Na natureza (automotiva) nada se cria…
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O jornalista Luís Perez, editor do site Interpress Motor e do blog abrigado aqui em UOL Carros, amplifica informação habilmente garimpada por Marlos Ney Vidal, do Autos Segredos, sobre o futuro lançamento da Citroën no Brasil: a versão civil do AirCross.

Só lembramos que o nome AirDream, já registrado, é utilizado pela marca francesa há algum tempo na Europa: diz respeito à série especial de veículos com motor a diesel que traz modificações para consumir menos e emitir menor quantidade de poluentes. Tem o pequenino C1 AirDream, o atual C3 AirDream, o C4 AirDream e até o C3 Picasso (civil) AirDream (abaixo).


Salada à francesa: o C3 Picasso deles deu origem ao AirCross, que dará origem ao AirDream, que…

Por aqui, servirá para mostrar (de novo) que, com jeitinho, nada se cria… e que, com quase nenhuma habilidade, pode-se reparar um pouco (ou não?) a confusão provocada pelo lançamento de um produto com nome de outro. Entendeu?


Em vídeo: Salão de Paris traz elétricos ‘possíveis’
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Caros e inacessíveis. Aos poucos os carros elétricos vão deixando a má impressão para trás e se tornando concretos e possíveis. Veja as novidades apresentadas em Paris no vídeo abaixo, produzido pela equipe do programa Auto+ especialmente para UOL Carros.

[uolmais]http://mais.uol.com.br/view/6795170[/uolmais]


Citroën confirma linha DS, mas novos C3 e C4 ficam na fila
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CLAUDIO DE SOUZA
Editor de UOL Carros, enviado especial

Em 2012, a Citroën vai vender no Brasil os dois modelos de sua gama DS, o DS3 e o DS4. São carros que seguem a lógica numérica e ordinal da marca, e que podem ser descritos, grosso modo, como um C3 e um C4 anabolizados e com mais requinte.

Com esta decisão de mercado, a Citroën deve reforçar seu status de marca premium no Brasil, já obtido (ao menos marqueteiramente) por sua gama atual. Não é à toa que muita gente ainda acha que a Citroën só tem carros importados.

No entanto, vão para o fim da fila de prioridades da marca as atualizações do C3 e do C4 propriamente ditos. Aqui na Europa o hatch compacto reformulado já roda há tempos, e o médio acaba de mudar de cara — o lançamento do novo C4 dois-volumes acontece neste Salão de Paris.


Um pouco de raiva não faz mal a nenhum carro: eis o DS4

Segundo Ivan Ségall, presidente da Citroën do Brasil, os atuais modelos vão muito bem, obrigado, e não há porque mexer neles no momento. “O C4 vende bastante no Brasil e acabamos de lançar o ano-modelo 2011; e o C3 também é um sucesso”, disse o executivo. Fora isso, ainda há o recém-lançado Aircross, derivado do C3 Picasso europeu.

Falando do que virá: os modelos DS estão passando por ajustes técnicos para adaptação à gasolina brasileira. Importados da Europa, viriam com propulsores monocombustíveis; não há interesse em investir na tecnologia bicombustível para carros de baixo volume. O DS3, por exemplo, teria a meta de emplacar 150 unidades por mês, de acordo com Ségall.

O DS4, ao contrário do que sugeria o conceito High Rider, tem quatro portas, e não duas. É um pouco mais curto (4,27 metros contra 4,33 metros) e um pouco mais alto (1,53 m contra 1,49 m) que o novo C4. Mas tem visual muito mais agressivo, com capô robusto, ampla grade dianteira e vincos e contornos nas laterais. Aqui na Europa — onde começa a ser vendido no final do ano — terá diversas opções de motores, inclusive a diesel. Os propulsores a gasolina entregam aproximadamente 120, 155 e 200 cavalos de potência. O preço estimado é de 22 mil euros (cerca de R$ 51 mil).

E seria muito bacana se o DS3 “brasileiro” fosse a versão — hilariantemente — denominada Sport Chic. Com rodas de aro 17 e motor 1.6 a gasolina turboalimentado, ele entrega torque de 24 kgfm e vai a notáveis 217 km/h de velocidade máxima. Preço: 20,3 mil euros (R$ 46,7 mil).

Foto: Claudio de Souza/UOL