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Categoria : Salão de São Paulo

Chevrolet Cruze é o hatch médio mais querido pelo público, segundo enquete
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A enquete realizada por UOL Carros e encerrada nesta sexta-feira (16) mostra que o Chevrolet Cruze é o hatch médio mais querido pelo público.

Com 35.642 votos no total, a vitória foi apertada: 27% para o modelo da GM contra 26% do Fiat Bravo, o segundo (detalhe: em vendas, a diferença entre os dois é bem maior…). O Ford Focus foi o terceiro colocado, com 15% dos votos. Confira o resultado final abaixo ou clicando aqui.

Agradecemos novamente a participação de vocês. Aguardem pela próxima votação!

 


Por que a Seat faz carros mais bonitos e ousados que a Volkswagen?
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Na véspera do Salão de Paris deste ano, a Volkswagen realizou seu costumeiro ritual de reunir a imprensa mundial e desfilar novidades um dia antes de a mídia ter acesso ao salão propriamente dito (e aos carros de todas as outras marcas, portanto). Como sempre há notícia fresca no evento, batizado de Media Night, a Volks acaba saindo na frente das rivais quanto à exposição. Desta vez a “bomba atômica” foi a apresentação do Golf 7. (A Volks do Brasil replicou o Media Night na véspera do Salão de São Paulo, mas escondeu o conceito Taigun).

Eu assisti à Media Night de Paris e, mais do que o novo Golf, o que me chamou a atenção foi o belo design atual dos modelos Seat, subsidiária espanhola da Volks. Carros como o Ibiza (equivalente a Gol/Polo) e Leon (Golf) abandonaram um estilo meio grosseiro — que ainda pode ser visto na gama Skoda (marca da Volks na República Tcheca) — e ganharam traços ousados, angulosos, com talhos súbitos e conjuntos de luzes aguçados e marcantes.

Seat Leon na noite de mídia do Grupo Volkswagen em Paris (foto: Murilo Góes/UOL)

É exatamente o oposto do que se vê hoje nos carros da Volkswagen propriamente dita. Nela, a uniformização conservadora das dianteiras, com o claro propósito de criar um DNA global simplificado, de fácil leitura e identificação, e assim ascender ao topo do mundo em termos de vendas, já atingiu proporções quase surrealistas — basta citar o novo Santana, cujas primeiras fotos foram divulgadas na semana passada. Ele, Jetta, Passat e Phaeton são, basicamente, idênticos quando vistos de frente.

Naquela noite parisiense da Volks, o Leon dividiu o palco com um Audi A3 e um Golf 7. Pelo menos na minha opinião, roubou a cena dos dois (atenção: a plataforma do trio é a mesma, a MQB). Mas o carro espanhol não era a notícia da noite, e a Seat não é mais vendida no Brasil. Por isso volto ao tema apenas hoje, após ver um pacote de fotos oficiais do Leon, que está chegando agora às lojas europeias (veja no álbum abaixo).

Fotos do novo Leon

Veja Álbum de fotos

E arrisco uma das respostas possíveis para a pergunta do título: a Seat, justamente por ser menor, local (e ibérica, em vez de germânica), tendo de carregar o peso extra da necessidade de se diferenciar das co-irmãs (que são vendidas nos mesmos mercados que ela), está autorizada a “ousar” mais no estilo. Outra maneira de ver a questão: a Seat pode “errar”. Volks e Audi, não.

O Leon é um dos primeiros trabalhos do designer espanhol Alejandro Mesonero-Romanos, madrileno e cria da Seat, mas que passou uma temporada na Renault e, ainda empregado desta, na área automotiva da sul-coreana Samsung. O homem responsável pela homogeneização do desenho dos modelos Volkswagen, o designer italiano Walter de Silva, foi quem o convidou para voltar à Seat em 2011, em substituição ao belga Luc Donckerwolke, iniciador da atual identidade da marca espanhola e hoje assessor direto de Silva.

PS – Não custa lembrar que o estúdio do lendário Giorgetto Giugiaro (talvez o maior designer do século 20), que aliás também criou diversos modelos Seat, hoje é controlado pela Lamborghini, por sua vez controlada pela Volks. O papo dessa turma no bandejão da firma deve ser bem interessante.

(por Claudio Luís de Souza)


Novo Clio brasileiro seria o ‘Ecce Homo’ da Renault?
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A Renault resolveu antecipar nesta segunda-feira (15) o visual do novo Clio, compacto da marca que ganha banho de loja neste mês para tentar dar um “up” nas vendas da fabricante no mercado — hoje, em sua maior parte, representadas pela dupla Sandero/Logan, de origem romena (Dacia), é bom dizer.

Eis a novidade:

Opa, colocamos a imagem da pintura Ecce Homo, danificada após bizarra tentativa de restauração por uma graciosa senhora espanhola (saiba mais aqui). Mas dá para explicar nosso equívoco. Veja você mesmo:

Você sabe que carro é esse. Trata-se do mesmo modelo que já está nas lojas e garagens, mas com um arremedo de grade e lanterna que tentam imitar o novo Clio europeu, apresentado em Paris como nova geração – duas à frente do carro brasileiro –, maior e mais moderna. Veja como ficou a traseira do Clio brasileiro:

Por aqui, o Clio  segue sendo importado da Argentina e mantém os 3,82 metros de comprimento, 2,47 m de entre-eixos e o motor 1.0 de 77 cv e 10,2 kgfm de torque (76 cv e 10 kgfm com gasolina). De carro-chefe da marca e referência de mercado, graças ao pacote de segurança e boa lista de itens, passou a modelo de entrada ao longo dos anos, com conteúdo simplificado e mudanças pontuais no visual. O facelift feito agora e que será visto por todos no Salão de São Paulo nem é tão ruim assim, mas acaba representando um “remendo” a mais na obra.

Na Europa, a história é outra e o modelo esbanja tecnologia após sucessivas atualizações: motor 0.9 turbinado de três cilindros e 90 cv que, segundo a fabricante, faz 23,2 km/l; outro 1.5 naturalmente aspirado, de 89 cv; e um 1.2, também turboalimentado, de 118 cv. Há, ainda, a versão RS 200, esportiva, com motor 1.6 turbo de 197 cv e 23,9 kgfm de torque, além do Clio State (perua).

Quem quiser ver o quadro original, quer dizer, o carro europeu e não sua bem intencionada cópia sul-americana, pode apreciar o álbum de fotos feito em Paris:

Fotos do novo Renault Clio 4, apresentado em Paris

Veja Álbum de fotos

Para saber mais sobre o maior evento automotivo da América Latina, confira o Especial Salão de SP 2012(por André Deliberato)


Balanço final: Salão de SP 2010 chega a 750.823 visitantes
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CLAUDIO DE SOUZA
EUGÊNIO AUGUSTO BRITO
RODRIGO LARA
Em São Paulo

Atualizada às 17h49 de 11/11

Às 17h30 do domingo, dia 7, as cortinas vermelhas do portão principal do Pavilhão de Exposições do Anhembi foram fechadas e alguns funcionários chegaram a bater palmas. A partir daquele momento estava encerrado o acesso público à 26ª edição do Salão Internacional do Automóvel de São Paulo. Uma hora e meia depois, precisamente às 19h, em meio a um “buzinaço” proveniente de diversos estandes, o evento foi encerrado em definitivo.

Em seguida, as cenas predominantes no Anhembi eram os carros sendo cobertos novamente, exatamente como estavam pouco antes da chegada da imprensa, nos dias 25 e 26 de outubro, e de trabalhadores recolhendo o lixo e tentando “arrumar a casa” depois de tanto movimento.

Eugênio Augusto Brito/UOL
Hora do adeus: carros são cobertos no estande da Volkswagen após o encerramento do salão

De acordo com números ainda extraoficiais, mas vindos da assessoria do evento, o público de 2008 foi batido, e com muita folga: como registrou o site Interpress, foram 750.823 pessoas visitando o Anhembi — a expectativa inicial, bastante conservadora, era receber 600 mil, menos que em 2008 (625.330 visitantes). Ao contrário do que publicamos anteriormente neste blog, o maior público recebido pelo salão foi nos anos 1970 — a edição de 1976 roçou o milhão de pessoas.

- FOI AO SALÃO? DÊ SUA OPINIÃO SOBRE O EVENTO
- FEZ FOTOS NO ANHEMBI? ENVIE PARA O UOL

Para se ter uma ideia do fluxo do público, apenas na terça-feira, 2 de novembro (feriado de Finados), o número de visitantes foi estimado em 70 mil.

MAIOR EVENTO PAGO
A próxima edição do Salão do Automóvel, a 27ª da história, deve ocorrer em outubro de 2012, sempre cerca de três semanas depois do Salão de Paris — mas a data exata do início ainda não foi definida. É necessário, aliás, avaliar se o Pavilhão de Exposições do Anhembi terá condições razoáveis de abrigar o próximo salão, que já cresceu demais este ano e deve ser vitaminado nos próximos dois, caso a economia se mantenha forte.

Uma prova disso: agora confirmada, a visitação de mais de 750 mil pessoas faz o Salão do Automóvel o principal evento com cobrança de ingresso da cidade de São Paulo. No ranking geral, agora o salão só perde para a Virada Cultural, a Parada Gay e o Réveillon na Paulista (4 milhões, 3,5 milhões e 2,4 milhões de participantes, respectivamente, em números de 2009). E esses são três eventos de rua, totalmente gratuitos.

Outro dado impressionante: o Salão de São Paulo ficou a apenas 100 mil pessoas de igualar a frequência do evento de Frankfurt, na Alemanha, em sua edição de 2009. O autoshow germânico é o maior do mundo no que se refere ao espaço físico, e é sediado na cidade que é capital financeira da Europa e um dos principais, senão o principal, hub aeroviário daquele continente.


Um olhos nos carros, outro na pista
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EUGÊNIO AUGUSTO BRITO
Da Redação

Embora automobilismo não seja o assunto principal aqui em UOL Carros (o que não quer dizer que não gostemos, e muito), é vital registrar a integração entre o Salão do Automóvel de São Paulo, em seu último dia, e o GP do Brasil de Fórmula 1, disputado no Autódromo de Interlagos.

O “efeito F-1″ sobre o salão é visível: quem veio neste domingo ao Anhembi encontrou o Pavilhão de exposições menos cheio do que era de esperar nesta última semana e, principalmente, nestas últimas horas de evento (o salão fecha suas portas às 17h e encerra suas atividades às 19h).

Fotos: Eugênio Augusto Brito/UOL


No estande da Fiat, um telão faz as atenções se dividirem entre o Anhembi e Interlagos
,
enquanto na Ferrari pouca gente deu bola para o que se passava no GP do Brasil (abaixo)

Ainda assim, muita gente aproveitou a última chance de ver as novidades da indústria automotiva brasileira e mundial. Sem deixar, claro, de manter um olho atento à decisão do campeonato de Fórmula 1 e de estampar em camisas, bonés e acessórios sua torcida.

Alguns estandes ainda deram uma forcinha ao torcedor: Fiat, Ford, Citroën, Renault, Peugeot e, óbvio, Ferrari converteram seus telões em grandes aparelhos de televisão e transmitiram a corrida. A Renault contava ainda com o atrativo de ter uma réplica de um carro oficial, no caso, do polonês Roberto Kubica.

Acima, o espaço “criativamente tecnológico” da Citroën antenado em Interlagos.
Abaixo, uma réplica de carro da equipe Renault de F-1 dividia espaço e olhares com um telão

Apesar disso, ao menos na Ferrari, pouca gente ligou para a imagem da pista, preferindo (tentar) fazer um registro do cupê 599 GTO e de outros modelos expostos… parece ter previsto o resultado: ao final de 71 voltas em Interlagos, nada de festa para o piloto ferrarista Fernando Alonso, que podia levar o título hoje, mas chegou na terceira posição, atrás da dupla da Red Bull Mark Webber (segundo colocado) e Sebastian Vettel (o vencedor), e viu o sonho do tricampeonato adiado (saiba mais aqui).

A disputa do título de campeão da temporada 2010 ficará para a última corrida, em Abu Dhabi, na próxima semana. Já o Salão do Automóvel termina hoje e, agora, o momento é de correr para ficar pertinho dos carros de passeio.


MG e Mustang dão duas caras a estande de importadora
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UOL Carros

RODRIGO LARA
Colaboração para UOL Carros

Atualizada às 19h16

O estande da importadora de veículos Forest Trade é uma versão automotiva do romance O Médico e o Monstro, do escocês Robert Louis Stevenson, o qual narra a história do médico inglês Dr. Jekyll, criador de uma fórmula capaz de separar e ativar os lados racional e irracional de um ser humano. Ao testar o invento em si mesmo, contudo, ele se transforma no Mr. Hyde — um monstro musculoso que age unicamente seguindo seus instintos.

Como o tema aqui é carro, e não literatura, expliquemos: a semelhança entre o romance e o estande se dá pelo fato de ele ter, literalmente, duas caras. Uma delas são os pacíficos carros da MG, tradicional fabricante inglesa que, hoje, opera sob a tutela do grupo chinês Saic-NAC. Nele é possível encontrar três modelos: MG 550 Turbo, MG 6 Turbo e MG 750 Turbo.


O MG 6, um dos interessantes e clássicos carros da MG, agora sob tutela chinesa

São carros de formas clássicas, conservadoras, e com requinte no acabamento. Os dois primeiros estão equipados com o mesmo motor de quatro cilindros, 1,8 litro e turboalimentado, capazes de gerar 170 cavalos a 5.500 rpm. O 550 Turbo é um sedã de quatro portas com 4,65 m de comprimento. Já o 750 Turbo, um sedã de grande porte, é o maior da turma, com 4,86 m de comprimento e motor V6 de 2,5 litros. O mais interessante, porém, é o 6 Turbo, que adota uma carroceria de cupê de quatro portas e um desenho que flerta com a esportividade.

Os três modelos são comercializados no país. O 550 Turbo sai por R$ 94.800; o 6 Turbo por 99.800; e o 750 Turbo por R$ 125 mil. Há também a previsão de trazer, provavelmente em 2011, o MG 350. O sedã médio seria o modelo de entrada da marca e, equipado com um motor 1,5 litro turbo, tem preço estimado de R$ 75 mil.

Mas, dando a volta no estande, é possível ver a face ‘Mr. Hyde’ da exposição da Forest Trade. Lá são mostrados dois Mustang poderosos: o Shelby Mustang GT 500 e o Shelby Mustang GT 500 Super Snake. Cotados a R$ 330 mil, no caso do GT 500, e R$ 550 mil para a versão Super Snake, eles possuem uma cavalaria de respeito: 540 cv e 725 cv, respectivamente.

O Super Snake, em especial, deverá receber melhorias para a versão 2011. “É esperado que a potência passe dos 800 cavalos. Também haverá modificações para tornar o carro mais leve, o que auxilia na dirigibilidade”, conta Marcio Milani, responsável pelo marketing da Forest Trade. A se julgar pela reação do público no estande, o Mr. Hyde é a personalidade mais popular por ali…


Lotado, Anhembi vira sauna
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UOL Carros

A movimentação nesta sexta-feira (5), último dia de semana do Salão do Automóvel — sim, vai só até domingo — é intensa. Logo após a abertura ao público, às 13h, o número de visitantes já superava (numa análise visual) o dos outros dias de semana. A impressão é que as pessoas compareceram em massa ao salão nesta sexta justamente esperando encontrar um Anhembi menos lotado do que no final de semana…


Área próxima a Renault e Nissan vira refúgio para trabalhadores do Anhembi — e você também pode usá-la

Andar pelos corredores é uma tarefa árdua, principalmente devido à temperatura dentro do pavilhão. UOL Carros conferiu o que dizia o termômetro do Mustang Shelby GT 500 Super Snake e de outros modelos expostos — de 28º C e 30º C. A sensação de calor é acirrada devido à ventilação deficiente e à multidão.

Para quem vier ainda nesta sexta ou no fim de semana, há um verdadeiro oásis dentro do Anhembi, entre os estandes da Nissan e da Renault. Não há carros expostos ali, e por isso o local é ideal para quem quer fazer uma pausa. E uma boa notícia: é possível entrar no Anhembi com garrafas plásticas. Leve sua própria água e evite os altos preços praticados no salão.


‘Romaria’ ao Salão do Automóvel está chegando ao fim; corra!
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EUGÊNIO AUGUSTO BRITO
Da Redação

A 26ª edição do Salão do Automóvel está perto do fim, mas ainda resta um bom tempo de “romaria” para quem ainda não foi ao Pavilhão de Exposições do Anhembi conferir de perto as novidades.

Nesta sexta (5) e sábado (6), o horário para o público é padrão e vai das 13h às 22h, com entrada até as 21h; no domingo (7), último dia, o horário é diferenciado: das 11h às 19h, com entrada até 17h. Mais detalhes podem ser vistos clicando-se aqui.

Quatro dicas para se dar bem nestes últimos dias: chegue cedo, se possível utilize o transporte público e os ônibus especiais que saem do Terminal Tietê, faça esquemas do local e do que pretende visitar e, importante, esteja pronto para enfrentar a companhia de muita gente. A foto abaixo da ideia da peregrinação que toma conta do Anhembi nestes últimos dias:

Fotos: Eugênio Augusto Brito/UOL

Imagem do Pavilhão do Anhembi na início da última semana do Salão do Automóvel 2010

Para quem é fã de automóvel e de novidades, a visita vale a pena, ainda que dê trabalho. Além dos 450 carros e das inúmeras novidades que o internauta tem acompanhado aqui em UOL Carros, através de nossa cobertura especial, o salão ainda tem estandes de publicações, fabricantes e lojistas de autopeças, produtores e revendedores de videogames, amostras de inúmeros projetos e equipamentos tecnológicos e muito mais.

É possível ver os grandes carros nacionais, os ícones importados, os veículos mais caros do mundo e, ao mesmo tempo, ter uma “palinha” de gadgets que ainda vão chegar ao país, como o game GranTurismo 5 do PlayStation3 (há uma amostra no estande da Citroën rodando com o exemplar do conceito GT criado pela marca francesa e que também está exposto) ou F1 2010 (no estande da Sony/Saraiva), o acessório Kinect do XBox 360 (no estande da Chevrolet) ou o tablet Samsung Galaxy, concorrente do Apple iPad (também no espaço da Citroën). Também dá para deixar as crianças se divertirem ou cuidar do visual (espaço Kids e salão de beleza feminino no estande da Volks).

Agora, curiosamente, um dos campeões de “romaria” (olha a palavra aí outra vez), no melhor sentido do termo e de seu imaginário, tem sido a versão Noir Edition (ou Edição Negra) do hatch Citroën C3, personalizado por produtores a pedido da marca.

A foto acima mostra uma constante: o carro e sua pintura fosca têm atraído inúmeras mãos neste salão. A fotógrafa Letícia Lovo (que também aparece na imagem “conferindo de perto” o modelo) tenta explicar a atração do público: “A textura da pintura fosca dá essa vontade de conferir com as mãos como é o carro”.

A parte difícil, claro, fica com as equipes de limpeza e manutenção do salão e das marcas ao fim do dia. Mas essa já é outra correria…


Renault Sandero GT Line no álbum e nas lojas
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A receita é conhecida: máscara negra, rodas e apêndices escuros, cores “diferenciadas”, adesivos esportivos… mas nada de alterações mecânicas. Com isso, cria-se de “aventureiros” a “esportivados”, que as fábricas gostam de chamar de esportivos. O mais recente modelo nacional a adotar o pacote é o Sandero, da Renault.

Com o nome de Sandero GT Line, chega com o mesmo motor 1.6 que equipa a versão mais cara do hatch civil ou o aventureiro Stepway. Mostrado neste Salão do Automóvel, já chega às lojas do país por R$ 42.590 com airbag duplo. Se quiser freios com ABS o preço sobe em R$ 1.000.

Quer ver fotos? Clique sobre a imagem abaixo:

Foto: Murilo Góes/UOL

Sandero GT Line é versão esportivada do hatch da Renault: R$ 42.590


Impreza WRX STI é ‘arrimo’ do estande da Subaru
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Não precisa ter mais. A Subaru mostra variações do Impreza em seu estande no Salão do Automóvel. E se dá bem. A principal, claro, é a versão 2011 do esportivo Impreza WRX STI Limited Edition.

O nome é tão grande quanto a fama e o aerofólio traseiro. Tudo isso garante o desempenho do modelo. E a beleza (para quem gosta de esportivo, é um prato cheio). Quer mais? Veja as fotos de Murilo Góes.


CLIQUE NA FOTO e veja o álbum completo do Impreza WRX STI