Blog UOL Carros

Você é o que você tem?

A Fiat apresenta o Bravo Sporting, versão mais invocadinha do hatch médio, com uma peça publicitária de potencial polêmico. Basicamente, ela afirma que comprar um exemplar do carro é uma maneira segura de não passar despercebido. A tese é defendida de uma forma extrema: o sujeito simplesmente vai desaparecendo, e só volta à visibilidade total a bordo do Bravo.

Em outras palavras: “compro, logo existo” — como quer o engajado blogueiro Leonardo Sakamoto em seu post sobre o tema. Ou, também pertinente, “tenho, logo sou”.

Melhor ainda: “Só sou, se tenho”.

O anúncio está aqui:

 

E leia o post do Sakamoto aqui.

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Batismos infames ou O que há num nome 3

Há pouco mais de dois meses, por ocasião do lançamento do Fiat Grand Siena, publicamos um post (mais um) neste blog sobre nomes estranhos, absurdos, pretensiosos e bobos. Já havíamos feito algo semelhante em agosto de 2011 (aqui), mas parece que o assunto ganhou sua própria linha de montagem no universo automotivo atual, se renovando periodicamente. A dona do “lançamento” da vez é a GM. Lá fora e aqui.

Na Europa, a imprensa especializada está em polvorosa com o batizado do novo compacto das marcas Opel/Vauxhall, braços europeus da General Motors. Feito para se encaixar na gama abaixo do Corsa 4, o carrinho estreia no Salão de Paris, em setembro, como opção de mais apelo (leia-se mais luxo, equipamentos e visual interessante) que o do monovolume altinho Agila.

O nome do prodígio? Opel Adam (ou Vauxhaull Adam no Reino Unido), equivalente a Adão em português. O primeiro homem da tradição judaico-cristã levaria ao primeiro carro da marca.


Adam? Dar nome de gente ao compacto foi uma escolha polêmica da Opel

Um dos correspondentes locais do boletim “Automotive News” afirmou que o nome foi apresentado num evento oficial da Opel com a distribuição de uma espécie de HQ (história em quadrinhos, ou o popular gibi) explicando os motivos da escolha definitiva do projeto, que até então atendia por Junior. Nada de homenagear o fundador da marca alemã, Adam Opel, como se pensou inicialmente por conta do 150º aniversário de nascimento do industrial. Até porque isso seria uma desfeita com a co-irmã inglesa, empresa fundada por outro empresário, Alexander Wilson.

De acordo com os quadrinhos, a GM queria um nome forte e marcante para nomear seu compacto, que vai competir com Volkswagen Up, Toyota Aygo, Fiat 500, Mini Cooper e com um renovado Ford Ka. Nada que fosse “doce, bonitinho ou brincalhão”. Também deveria ser um nome masculino, já que o carro será forte e estiloso, na visão da montadora. Algo bem diferente, portanto, do que a Renault fez com seu compacto Zoe, que tem nome feminino. Pelo mesmo motivo, Allegra (que rima com Corsa, Astra e Insignia, na tradição europeia do grupo de encerrar os nomes dos carros com a letra A) foi descartado. Ficou Adam, mesmo.

Os europeus não engoliram a decisão da GM. E partiram para a ridicularização. Ainda segundo o jornalista, na manhã seguinte à apresentação, o Twitter pipocou com pérolas como “Primeiro Zoe, agora Adam. Quem teve a ideia de presentear as montadoras com um livro de nomes de bebês no último Natal?” ou “Este veio direto da gaveta com a etiqueta ‘nomes estúpidos’”. Também lembrou que a Renault enfrenta processos na Justiça movidos por mulheres que se sentem ultrajadas em ter seu nome associado a uma máquina. E de carros do passado que se deram mal com seu nome de gente, caso do Nissan Gloria.

BERÇÁRIO
Aqui no Brasil, olhos (e ouvidos) se voltam à nova safra de carros da Chevrolet, marca local da GM que lida com uma renovação total de sua linha e a obrigação de batizá-los. Vamos lá:

- S10: foi barbada, pelo sucesso histórico, ainda que neste caso pesem mais os “contras” do nome mundial Colorado, que poderia sofrer rejeição em algumas comunidades brasileiras (especulou-se que gaúchos que torcem pro Grêmio poderiam torcer o nariz), além de estar registrado por outra montadora em nosso país. O SUV baseado na picape seguirá a fórmula familiar e seguirá sendo Blazer (“bleizer” na pronúncia).

- Cobalt: até então desconhecido, é o nome do sedã que deu lugar ao Cruze nos Estados Unidos, mas aqui (como já contamos) a preocupação é com a pronúncia, “côbalt” ou “cobált”.

- Sonic: invenção total, ainda que não do departamento de marketing local. O nome do novo carro, hatch e sedã, foram tirados de onde, de um personagem de videogame? E vai ser “sônic” ou “soníc” na pronúncia tupiniquim?

- Spin: rainha dos flagrantes, a futura minivan poderia ter uma alcunha menos esdrúxula — “giro” em português. (E quem ficou com o Sonic dos games na cabeça, sabe que “spin” e “spin dash” são dois de seus movimentos).

- Enjoy: provável nome do anti-EcoSport da Chevrolet, vem da expressão americana usada nas latas de Coca-Cola e que pode ser abrasileirada para “curta, aproveite”.


Chevrolet Ônix teria nome de pedra preciosa, como o histórico Opala

- Ônix: o projeto do futuro compacto (na foto acima) da marca retoma uma ideia antiga, boa no passado, de usar pedras preciosas como inspiração (Opala!). Mas soa tão fora de contexto, que preferimos acreditar que algo melhor virá por aí.

E para não parecer que estamos de marcação, falemos também das alemãs:

- Macan: para batizar seu novo SUV, que ficará abaixo do Cayenne, a Porsche segue a tradição de usar a cultura de povos, tribos e locais diversos. Macan representa uma ilha, mas também uma espécie de tigre da Indonésia.

Foto: Brenda Priddy & Co
Disfarçado de Cayenne, Macan tem porte menor e faróis mais angulosos

- Pajun: outra futura criação da Porsche, uma espécie de mini-Panamera que vai competir com Mercedes Classe E, custando cerca de US$ 85 mil (R$ 160 mil). A palavra é quase um sinônimo para Cajun, que foi o nome de projeto do Macan, e que corresponde aos povos de origem francesa que migraram para a atual região da Louisiana, nos Estados Unidos.

- Antos: nova linha de caminhões da Mercedes-Benz, que será mostrada em breve na cidade alemã de Hanover. Nem precisamos dizer como este nome terá problemas aqui no Brasil…

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Lugar de pilotar é na pista… até com seu carro

Gosta de acelerar, do cheiro de combustível no ar e da borracha no asfalto? Já ouviu falar em “Track Day”? Uma explicação rápida e direta é dada por Diogo Oliveira, o Wakko, organizador da NDA Racing: “[Track Day é o evento] Para você acelerar o dia inteiro com seu carro de rua, sem preocupação… não importa se seu carro é 1.0, 1.4, 2.0, 5.7, não importa se é um Celta ou uma RAM. Lugar de acelerar é na pista”. Para saber mais detalhes, assista ao vídeo abaixo, feito pela equipe da revista Fullpower:

 

As imagens mostram o último Track Day da NDA Racing, realizado na pista da Fazenda Capuava, em Indaiatuba (a 1h30 da cidade de São Paulo), explicam as regras sobre o que pode e o que não deve ser feito, e ajudam a “conhecer as manhas” do evento.

Em linhas gerais, a ideia do Track Day é permitir que qualquer um possa andar rápido, com seu próprio veículo, sem gastar muito, mas com segurança e em ambiente adequado: pistas fechadas de circuitos privados ou autódromos. Os encontros, claro, servem também para quem quer adquirir experiência ao volante e trocar histórias sobre o mundo automotivo.

Para mais informações sobre os próximos eventos da NDA Racing, acesse o fórum dos organizadores: forum.ndaracing.com.

Veja também outras dicas sobre como “sentir-se” piloto clicando aqui nesta reportagem de UOL Carros.

Fique por dentro, ainda, das novidades sobre preparação, aceleração e arrancada assistindo aos outros vídeos da Fullpower.

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Chega de flagras: Citroën lança DS3 no dia 21

A Citroën finalmente anunciou a data oficial de lançamento do DS3, o menor carro da gama premium da marca. Será nos dias 21 e 22 deste mês, em São Paulo. Para dar um toque de sofisticação ao evento, ele terá como base um hotel de luxo da capital paulista — não diremos qual para evitar tumultos ao estilo “galinhada na Virada”…

Brincadeiras à parte, a fabricante francesa esperou até maio para começar seu ano de 2012, e decidiu fazê-lo com um carro caro, que deve custar bem acima de R$ 80 mil e busca competir com modelos de imagem já estabelecidos no Brasil, como Mini Cooper e mesmo o Fiat 500 mais equipado.

Até esta terça-feira (8), o DS3 foi um dos segredos mais flagrados pelos nossos leitores. A montagem abaixo reúne fotos dos internautas Luiz Pasquini, José Rui, Marcelo Khadour Bernaba Jorge e Ricardo Goulart.


Coletânea de flagras do Citroën DS3: chegou a hora da verdade

Enquanto isso, continuamos esperando a chegada da nova geração do C3 propriamente dito — obviamente, este é o carro capaz de dar volume de vendas à Citroën no Brasil, algo importante para quem, ao lado da irmã siamesa Peugeot, não vive exatamente um momento de glória financeira.

Enfim, discutir a Citroën hoje em dia é repetir as letras DS, DS, DS ad infinitum. Só se fala isso na montadora, que acaba de apresentar o conceito DS9, embrião de ao menos três variações — uma delas, um SUV. Muito bom, mas tanto o novo C3 como o C4 hatch reformado (mais elegante que o nosso) já poderiam estar por aqui há tempos.

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Gol 2013 pode ter nascido velho: facelift não está descartado

A Volkswagen anunciou nesta quarta-feira (25) o lançamento de sua linha 2013. A gama Fox ganhou uma versão Bluemotion (de eficiência otimizada, mas que vendeu quase nada no Polo) e o câmbio I-Motion, automatizado, para o CrossFox.

De resto, nada de alterações realmente significativas — houve ganhos em equipamentos e mexidas mínimas em detalhes sutis (por exemplo, no conjunto óptico do Gol G4). O Golf continua sendo o 4,5 e o Polo, alterado no ano passado, ainda é o habitual desperdício de qualidade: por que ele vende tão pouco, sendo tão bom?

Para saber mais sobre a linha Volkswagen 2013, clique aqui e aqui.

Gol 2013: parece o seu Gol 2009, 2010, 2011 ou 2012? Sim, parece!

Mas a grande notícia, em nossa opinião, está escondida por trás das palavras e surge, na verdade, de um não-acontecimento: onde está o Gol com facelift de meio de geração?

O Gol atual foi lançado em 2008 e, quatro anos depois, clama por uma atualização visual que o alinhe à identidade global da Volkswagen, cujas diretrizes são muito evidentes no Jetta, no Passat e no Touareg: minimalismo nas formas e conjuntos ópticos retilíneos. Isso foi feito com o Fox em 2010.

UOL Carros afirma que essa atualização, necessária para que o Gol encare rivais como os Fiat Uno e Palio, vai mesmo acontecer este ano, a despeito de ser inimaginável a Volks tratar o carro reestilizado como sendo ano-modelo 2014 ainda em junho de 2012 — mês especulado para a mudança.

O Gol com facelift também será ano-modelo 2013, e ponto final.

O carro com novo visual já está circulando nas dependências da fábrica da Volks às margens da rodovia Anchieta, na região do ABC, em São Paulo. Não consta que já tenha saído às ruas; os “flagrantes” publicados até agora eram alarmes falsos.

Representantes da montadora não negam o desenvolvimento do Gol de cara nova, mas pedem desculpas por não poderem falar do assunto agora — e, mais importante, admitem que um carro pode ser alterado substancialmente sem que o ano-modelo avance uma casa.

Depois não vale dizer que não avisamos…

(por Claudio Luis de Souza)

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Novo Honda City está chegando (e logo)

A leitora Mariana Miranda flagrou exemplares do Honda City 2013 circulando pela rodovia dos Bandeirantes, perto de Santa Bárbara d’Oeste, interior de São Paulo — região boa para flagrar carros da marca japonesa, diga-se.

Das várias fotos que ela enviou, selecionamos duas: uma que revela a dianteira do sedã, outra que mostra a traseira. Elas estão no final deste post.

O facelift do sedã compacto, que enfrenta concorrência de modelos como Ford New Fiesta e, menos diretamente, de Volkswagen Polo, Fiat Linea (sim, este é o lugar dele) e Kia Cerato, será mostrado oficialmente no próximo dia 20. Não custa esperar pelas informações técnicas, fotos detalhistas e, o principal, a lista de preços. Item no qual a Honda não pode vacilar, porque parece que o novo Hyundai Accent está a caminho do Brasil…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
PS — Um problema com a configuração do sistema de comentários na tarde desta segunda-feira (16) derrubou parte das mensagens dos leitores. Pedimos desculpas e garantimos que não se trata de uma conspiração…

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Poderoso chefão da Fiat-Chrysler já é quase deus nos EUA

Claudio Luis de Souza/UOL

O programa 60 Minutes, da rede americana CBS (sem similar no Brasil), acaba de exibir um interessante perfil de Sergio Marchionne, chefão da aliança Fiat-Chrysler (foto acima). Foram quase 13 minutos para traçar o perfil do executivo que “mais parece um diretor de cinema”, como diz a narração (em inglês): malha preta em vez de terno, barba malfeita, um cigarro atrás do outro (isso não aparece no vídeo), predileção por ópera e jazz…

O segmento do programa pode ser visto no site da CBS, aqui.

Marchionne aos poucos vai ganhando status de quase-divindade nos EUA, onde é creditado com boa parte do mérito pela ressurreição (opa!) da Chrysler — e, com ela, a salvação de centenas de milhares de empregos em toda a cadeia produtiva da indústria automotiva.

Vale a pena assisitir ao perfil desse sujeito workaholic — que, quando está nos EUA, diz dormir às 22h e acordar de madrugada para cuidar da Fiat no horário comercial da Itália. E que, em feriados, viaja para o país em que é dia de trabalho normal.

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JAC deixa Faustão (quase) quieto em anúncio do sedã J5

Vamos combinar que o apresentador Faustão às vezes é — em português claro — meio over? E vamos combinar, também, que as camisas que ele costuma vestir em seu programa dominical são bregas, cafonas, algumas vezes pavorosas? E enfiadas dentro da calça! (Vivian Whiteman, por favor, ajude-nos!)

Na certeza de que estamos combinados, prossigamos.

A JAC Motors brasileira não pensa assim, tanto que vem mantendo o Faustão como estrela de suas campanhas publicitárias desde o primeiro lançamento, o do J3, em 2011. Vale notar que se trata de um garoto-propaganda caríssimo.

Divulgação

“Claro, Faustão, os carros da JAC são mais bonitos que as suas camisas”

Felizmente, nos comerciais e nos cômicos displays de loja de tamanho quase natural (agora que está magro, Faustão é ainda mais impressionantemente alto), o apresentador aparece vestido sobriamente. Mas falando muito.

Isso mudou no anúncio do sedã J5, aposta da marca chinesa para competir entre os médios. Com design elegante (epa!) e a tradicional listona de equipamentos da JAC, ele chega por R$ 53.800 e tem lançamento oficial nesta segunda-feira (19).

UOL Carros obteve o filmete em primeiríssima mão. A historinha é simpática, e ainda por cima — após ligar o som do J5 — o Faustão praticamente não fala.

 

A JAC vive em estado de graça depois que a revista Quatro Rodas desmontou um J3 que rodou 60 mil km e constatou que, em termos de peças, o carro estava quase como novo (e isso já foi, claro, usado em anúncios).

No entanto, após a turbulência do IPI, suas vendas no Brasil caíram mais de 50%, segundo levantamento do site parceiro Carsale.

Ô loco, meu!!!

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Mais um post da série O que há num nome?

No post anterior revelamos a você que a nova geração do Fiat Siena vai se chamar Grand Siena. Pretensioso, enganador, boboca — dá para fazer várias críticas a esse nome, mas elas têm a ver com o “Grand”, não com o “Siena”. Que, aliás, forma uma dupla coerente com o primo Palio, que empresta o nome de uma tradicional corrida de cavalos da cidade italiana de… Siena.

Pensando bem, o que não tem faltado nos últimos são nomes de carros na linha “piada pronta”, ou que ficariam melhor em outra coisa. Isso sem falar nas pronúncias erradas e nos nomes que são, simplesmente, muito chatos.

Vamos lá:

Chevrolet Cobalt e Sonic – Os brasileiros ainda não haviam chegado a um consenso sobre como falar Agile (há quem use ágile, há quem diga agíle), e já tiveram de decidir se é côbalt ou cobált. Logo mais, outra dúvida cruel: sônic ou soníc?

Chevrolet Cruze – Esse é piada pronta e também extremamente “errável” — em nossa caixa de e-mails aparecem muitas referências ao “Cruize” e ao “Cruise”. E, óbvio, quem não gosta do carro o chama de “Cruze credo”.

Fiat Freemont — Tem nome de cigarro, dissemos. Mas era uma brincadeira, não um fato! Outra vez: esse carro tem nome que parece de cigarro!

Chevrolet Spin – Nome da minivan substituta de Meriva e Zafira. No mundo real, é uma revista de música dos Estados Unidos; em nossa imaginação, é um nome que fica melhor num chocolate — tipo Charge, Twix etc.


Esse é o Encore nos EUA, Mokka na Europa e Enjoy no Brasil. Valeu?

MG550 e MG6 – Carros da (hoje chinesa) Rover, chegaram em 2011 e vendem pouco por aqui. Nada a ver, claro, com o fato de seus nomes parecerem estradas de Minas Gerais.

J2, J3, J5, J6 Tudo bem que há uma explicação perfeitamente racional e aceitável por trás desses “nomes” dos carros da JAC. Mas haja preguiça mental, hein?

RCZ, ASX, CR-V, RAV4 e demais siglas – Eis aí um caso que mistura falsa esperteza (tipo, “Vamos usar uma sigla que soe como um projeto secreto da Nasa”) com a megalomania de achar que alguém vai pesquisar o que essas letras realmente significam. Por exemplo, o crossover da Honda é um “Comfortable Runabout Vehicle” (o que não explica o hífen, aliás).

New ou Novo qualquer coisa – Sempre fica a dúvida: o novo New Civic é o Newest Civic? O futuro Novo Uno será o Novíssimo Uno?

Buick Encore, Opel Mokka, Chevrolet Enjoy – O SUV compacto, uma espécie de mini-Captiva, tem nome francês nos Estados Unidos, o que é garantia de pronúncia errada: “encore” significa “ainda”, é usado globalmente para designar o “bis” num show, e a pronúncia correta é “âncór”. Na Alemanha/Inglaterra/Europa tem nome de café. No Brasil deverá ter nome de motel. Enfim, é preciso muito capricho para errar três vezes no mesmo carro, em três continentes e vários idiomas.

Essa lista pode crescer. Se quiser colaborar, use o campo de comentários!

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Novo Siena vai se chamar Grand Siena

Acabamos de receber o convite formal para o lançamento do Fiat Siena 2013. O e-mail chegou bem no momento em que redigíamos um post corrigindo uma informação sobre o local da apresentação (o texto está mantido, ipsis litteris, logo mais abaixo).

Ao ler o conteúdo da mensagem da Fiat, tive uma enorme vontade de gritar o clássico (e provavelmente nunca exclamado de verdade) PAREM AS MÁQUINAS!

Não o fiz porque em internet não há máquinas a parar. Mas a novidade é mesmo para ser bradada: a Fiat resolveu batizar a nova geração do Siena de… Grand Siena!

Segue uma reprodução do que deve ser o emblema do carro a partir de agora, tirada do próprio convite enviado pela Fiat na noite desta terça-feira (28):

Para quem não se lembra, vai abaixo a foto mais explícita do Sie… digo, do Grand Siena que já publicamos, oferecida pelo colega mineiro Marlos Ney Vidal:


Este carro continua a não ser um Siena: agora o sedã da Fiat é Grand

É possível fazer algumas suposições sobre o porquê de a Fiat agregar um predicado ao sujeito. O Palio de duas gerações atrás segue em produção ao lado do atual, que é completamente diferente (leia-se, mais moderno). No entanto, ambos chamam-se Palio. Não é uma confusão grave, mas não deixa de ser uma confusão.

Já está definido que a Fiat vai manter uma versão de entrada do Siena com a cara da EL atual — que, aliás, é bem bonitinha. Faz sentido, portanto, pegar emprestado a força do termo “Grand”, usada pela agora aliada Jeep no Grand Cherokee e pela rival Nissan no Grand Livina, só para citar dois exemplos que vêm à mente de imediato, e conferir um certo glamour ao modelo. Que, de resto, deve ser mesmo maior, fisicamente falando, que o atual.

Aguardemos mais detalhes. Por ora, já sabemos o nome do carro e onde será o lançamento. Que era sobre o que eu estava escrevendo, como você pode ler abaixo… 

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Dissemos aqui que o novo Fiat Siena será lançado entre 22 e 24 de março. Verdade. Mas, devido à imagem de montanhas nevadas usada pela montadora no convite à imprensa, e pelo fato de o Siena ser feito na Argentina, o autor do post (no caso, eu, editor de UOL Carros) achou que o evento de apresentação à imprensa seria em Bariloche, cidade turística do nosso país vizinho mais querido.

Errado. As montanhas (veja a imagem no post equivocado) são da Cordilheira dos Andes no território do Chile. E o lançamento do Siena será em Santiago, capital daquele país.

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E então chegou o e-mail; e paramos tudo.

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